sábado, julho 23, 2011

Blogagem coletiva: esmaltes e filmes

Semana passada fiquei de fora, esta semana tô aqui novamente, firme e forte, na blogagem coletiva da Fernanda Reali. O tema da semana é "Esmaltes e filmes"

Dessa vez eu escolhi duas cores diferentes. Com minha mãe aqui me ajudando, quando eu chego em casa as coisas estão bem adiantadas, sobra mais tempo pras minhas futilidades, como ficar escolhendo qual a cor que eu vou pintar minhas unhas, né? hehehehe

Primeiro eu pintei com o Por do Sol, da Impala. Gostei mais ou menos da cor, é um laranja meio "cheguei" pro meu gosto, mas coloquei o meu amado Carícia (também da Impala) por cima. Aliás, acho que o melhor esmalte que eu comprei na vida foi esse Carícia, dá sempre um "tchan" a mais em todos os outros. O filme escolhido pra combinar foi o Cine Gibi, da Turma da Mônica. Falem o que quiserem, mas eu amo a turminha desde que sou criança, continuo super fã!


Depois eu pintei com o Jeans, da Colorama. Da primeira vez que eu o usei, não gostei muito, lembram? Aliás, foi o Carícia que me salvou naquela vez, porque eu achei muito escuro. Mas agora, que eu já estou mais acostumada com esmaltes escuros, pintei só com ele e gostei. Pra combinar eu não podia deixar de fora a sequência de filmes mais aguardada por mim nos últimos tempos: Harry Potter.


Quer ver os outros esmaltes e filmes escolhidos? Então vai fazer uma visitinha pra Fernanda Reali!

quarta-feira, julho 20, 2011

Em busca de um novo amigo canino

Hoje faz duas semanas que o Sirius morreu*. Até agora eu só fui lá na parte em que ele ficava duas vezes e nenhuma no cantinho dele. Não estou evitando, mas também ainda não sinto vontade. O Vítor está super bem, mas pressionando horrores pra gente ter logo outro cachorro. Passamos por uma feirinha de adoção no último domingo e ele gamou em dois, foi dureza fazer com que ele entendesse que a gente não podia escolher um cachorro sem conversar com o Gustavo antes. De qualquer modo, nenhum dos cachorros que eu vi lá me "ganharam" de primeira, como o Sirius tinha feito.

Aí, quando cheguei em casa, já conversei logo com ele, pra esclarecer o que ele "quer" em um cachorro. Assim fica mais fácil pra todo mundo e eu não fico dependendo que ele esteja com a gente na hora que aparecer um possível candidato.O Gustavo não gosta muito de cachorro. Mas disse que não se importa que a gente tenha, porque eu e Vítor gostamos. Por mim e pelo Vítor, pode ser vira lata mesmo, a gente não faz distinção. Gu acha vira lata feio (e algumas raças também), então fomos juntando os pontos até decidirmos que uma boa opção seria um labrador.

De qualquer modo, não é uma busca muito fácil. Não pode ser um cachorro muito caro, visto que ainda não estamos totalmente recuperados financeiramente, agora é que estamos começando a nos estruturar novamente. Sem contar que eu acho inaceitável pagar 1.000 reais por um filhote. Nesse caso, o labrador sai ganhando, porque achei alguns bem em conta. Outro ponto é que não posso pegar um filhotico, muito pequenininho. Por não sabermos exatamente o que o Sirius teve (pode ter sido cinomose), o ideal é pegar um cachorro que já tenha tomado as 3 doses da vacina e já tenha contato com outros animais, ido à rua e tal. E nisso os cães de adoção saem perdendo porque a maior parte deles foi vacinado com vacinas nacionais e todos os veterinários que cuidaram do Sirius falaram que não recomendam essas vacinas, que consideram o mesmo que dar água.

As outras características são por minha conta mesmo. Eu amo cachorro grande e nunca tive espaço pra ter um. Agora posso, então é claro que eu quero! Não faço questão da cor, mas se for preto vai ser Sirius Black II. Ainda não pensei em nomes alternativos, se for de outra cor ou se for fêmea (aceito sugestões bem criativas), mas o Vítor já andou dizendo que gostaria de Lupin. E em breve vou querer também um gato, sinto muita saudade dos meus que ficaram em Brasília e ainda ajudo a resolver o problema da aparição de uns ratos vindos de um "cortiço" perto da minha casa.

O que vocês acham? Também gostam de animais? Quais as raças (ou preferem adotar um SRD)? Têm sugestões de nomes criativos?

* Para saber mais da história do Sirius, leia a parte I, a parte II e a parte III.

terça-feira, julho 19, 2011

Eu e Vítor no SBT falando de... livro, é claro!



Vocês lembram que a gente ganhou um livro muito legal, que fala tudo o que aconteceu no dia em que a criança nasceu, que é um presente pra lá de legal? (se não lembra ou não viu, clique aqui)

Ontem a noite, no Jornal do SBT, falamos de novo do nosso livrinho! E é claro que o autor, dr. Flávio Orsini, também apareceu e mostrou como é o processo de produção desse presente tão especial. Confiram!

Para assistir ao vídeo, clique aqui

Se você também quer um livro desses pro seu filho ou pra presentear alguém, visite o site www.memoravel.com.br

segunda-feira, julho 18, 2011

Aprendendo a ser líder com o Movimento Escoteiro



No final de semana retrasado eu participei de uma atividade no nosso grupo escoteiro que tinha o objetivo de ensinar e relembrar várias técnicas para os jovens. E umas das atividades me chamou bastante a atenção, porque falava sobre liderança. E eu pensei bastante sobre isso, me lembrei do quanto o escotismo foi importante na minha formação, nos meus primeiros passos sobre liderança, sobre o que é ser um bom líder.

Você pode estar se perguntando: o que escotismo tem a ver com liderança? Na verdade, escotismo tem a ver com um monte de coisas que a maior parte das pessoas nem sonha. São diversos valores e potenciais trabalhados com leveza, com ares de brincadeira e diversão, que proporcionam um aprendizado para a vida inteira. Então resolvi que, periodicamente, vou falar um pouco sobre o assunto aqui no blog, pra dismistificar

Bem, mas eu não vou falar com as minhas palavras. Vou colocar aqui um pouco do que o escotista Claudinei Cunha falou no dia do acampamento, já que foi o responsável por essa dinâmica e acredito que as palavras dele sejam mais adequadas, até pra não fugir do contexto do que foi apresentado. Mas coloquei algumas observações e complementos meus, então no fim é um texto a quatro mãos:

Quem pode se considerar um bom líder? E quem vocês acham que é um líder melhor? Quem faz tudo e pronto ou quem consegue delegar as funções? Claro que um bom líder é sempre aquele que consegue delegar para os seus comandados as funções que precisam ser feitas e cuidar para que elas sejam feitas de maneira satisfatória. Surgiu um problema? Ai esta o líder para orientar, motivar e até cobrar a equipe para que tudo aconteça e funcione como uma máquina. E isso inclui comunicar as falhas de cada um (com calma e com educação), porque as pessoas nem sempre enxergam onde erraram. Comunicar as falhas de uma pessoa é dar a ela a chance de fazer novamente do jeito certo.

O bom líder não é aquele que grita mais, que briga mais, ou que é o mais temido. Aliás, o bom líder realmente não é aquele mais temido, afinal, ser temido não é necessariamente ser respeitado. O bom líder deve buscar ser respeitado, e ser, por natureza, o encorajador, o que nunca desanima, aquele que está sempre animado frente aos desafios e dificuldades - tomando cuidado para não cair no estilo "Pollyana".  Nada mais importante do que ter consciência do verdadeiro tamanho da adversidade e não se deixar cair no pessimismo ou derrotismo, incitando assim seus companheiros a fazer o mesmo.

No movimento escoteiro podemos ver vários exemplos de verdadeiros lideres. A primeira pergunta que se faz é: líder dentro do movimento escoteiro é o monitor? O chefe? Sim também são esses. Mas todos os escoteiros e escoteiras são lideres: na sua escola, em suas casas, na comunidade em geral. Com o conhecimento obtido no Movimento, eles podem se sair bem em todos os demais cenários. E normalmente isso acontece naturalmente - quando a pessoa resolve dar um "empurrãozinho" em si mesma. Então devemos aproveitar a grande oportunidade que o escotismo nos dá de aprender a ser um bom líder seguindo o esquema "ver e fazer”. como é ser um bom líder. 

Uma grande pedra de tropeço para um lider é a preguiça. Não se espante, essa é a mais pura verdade, é a preguiça mesmo! Já perceberam quantas coisas deixamos de fazer apenas por preguiça? Aquela vontade de não fazer nada que nos gruda no safá em frente à TV simplesmente não fazendo N-A-D-A. Muitas vezes eu me deixei levar e fiz exatamente isso - nada. Daí vieram todas as coisas que, de alguma forma, fugiam ao meu controle, ou me levaram a alguma situação que não saiu como eu esperava. Na hora culpava a tudo e a todos, menos a mim e a minha PREGUIÇA.  Mas olhando agora com mais atenção, analiso que foi apenas minha vontade de fazer nada, que é a vontade avessa a de ser um grande líder.

Quer ser um bom líder dentro do movimento escoteiro? Não tenha preguiça de ser um.

Quer ser um bom líder na sua profissão? Então não tenha preguiça de ser um! De o exemplo, seja animado, faça o que tiver que fazer (e, falando em trabalho, isso significa um pouco de sacrifício às vezes). Dá trabalho ser um líder, mas com certeza vale à pena.

Tenho certeza que dentro do movimento escoteiro e em todas as patrulhas não existe um jovem sequer que não seja um bom e grande líder. Se você é um bom escoteiro, certamente é um bom líder, uma coisa esta praticamente amarrada na outra. Nem todo grande líder foi (ou é) um escoteiro, mas com certeza todo escoteiro é um grande líder, basta querer.

E, para não deixar nosso discurso sem uma boa "ilustração", segue uma lista de famosos que participaram ativamente do Movimento Escoteiro. Veja só se o que falamos acima não é verdade:

Barack Obama - Primeiro presidente negro dos EUA e oitavo presidente dos EUA que foi escoteiro
Bill Clinton - Ex-presidente dos EUA
Bill Gates - Fundador da Microsoft
Benjamim Sodré - Almirante da Marinha do Brasil, futebolista de Botafogo e América-RJ além de jogar pela Seleção Brasileira de futebol.
Frei Betto - Escritor
Geraldo Alckmin - Governador de São Paulo
Gilberto Dimenstein - Jornalista
Itamar Franco - Ex-presidente e governador de Minas Gerais
Jacques Cousteau - Biólogo francês
J.K. Rowling - Escritora inglesa
José de Alencar - ex-vice presidente da República
Karol Józef Wojtyła - Papa João Paulo II
Juscelino Kubitchek - Ex - presidente
Leda Nagle - jornalista (bandeirante)
Luis Antonio Fleury Filho - Ex-governador de São Paulo
Maria Clara Machado - Escritora (bandeirante)
Neil Armstrong - Astronauta, primeiro homem a pisar na Lua.
Steven Spielberg - Diretor e produtor de filmes
Washington Luiz P. de Souza - Ex-governador de São Paulo e ex-presidente do Brasil

quinta-feira, julho 14, 2011

Nossa idade é aquela que escolhemos ter


Qual a sua idade? Você pensa muito sobre isso? Se sente com a idade que tem? A gente estava batendo um papo no twitter sobre isso, eu e minhas amigas Ana Carolina Amado e Rogéria Thompson. Tudo começou com um comentário da Rogéria no blog da Mulher e Mãe, no qual ela falava que tinha feito 40 e eu não acreditei de jeito nenhum. Sabe aquela pessoa super animada, super jovem, por dentro e por fora? Pois é, a Rô é assim. Então qual não foi a minha surpresa quando ela contou que estava meio em crise depois de ter feito aniversário. E ela me sugeriu que eu falasse sobre isso aqui no blog.

Parei pra pensar como é comigo. Mas acho que eu não posso ser referência não, eu não dou menor bola pra idade. Inclusive para a minha. Quando me perguntam quantos anos eu tenho, sempre preciso parar por uns segundos pra pensar antes de responder. As vezes respondo errado, uma vergonha.

Pra mim a idade está na nossa cabeça. Não acredita? Então pensa aí em quantas pessoas você conhece que têm mais de 30 e continuam se vestindo e agindo como se não tivessem chegado aos 18? E quantas pessoas você conhece que agem como se já fosse velhas? Aposto que um monte, não é? Eu não acho que a idade defina a gente, assim como também não nos define a nossa aparência externa, como falei no post de hoje lá do Mulher e Mãe.

Claro que eu posso pensar assim porque tive alguns exemplos fortes disso na minha família. Meu avô materno, aos quase 80 anos, subia o Morro do Careca, em Natal, com um dos netos de 5 anos nas costas, na maior velocidade. Eu e minha irmã nos arrastando atrás, quase morrendo. Com quase 90 ele se separou da mulher (a 2ª, a 1ª era minha avó, que morreu quando eu tinha uns 7 anos) e foi morar com uma outra que tinha a minha idade. Tudo na maior naturalidade do mundo. 

Meu pai sempre teve um pique invejável. Trabalhava a semana inteira, jogava tênis 2 ou 3 vezes por semana a noite, regatas no fim de semana. Fora as milhares de programações extras, como churrascos, pagodes, jogos de futebol e etc. Recentemente, com 60 anos, se aposentou, largou tudo e foi morar no veleiro dele, realizar um sonho antigo. Aí conheceu uma mulher, se apaixonou, foram morar juntos no barco. A grana apertou e ele voltou pra Brasília, passou a dar aulas numa faculdade e ela trabalhando também, capitalizando para voltarem pro barco em 1 ano e pouquinho. Onde estava mesmo escrito que aposentado tem que ficar em casa, de chinelinho e meia, vendo tv e lendo o jornal?

Eu estou com 32 anos. Acho que ainda não cheguei na metade da minha vida. Tenho muitos planos ainda, muitos mesmo. Alguns são pra agora, pra realizar junto com meus filhos ainda pequenos. Mas já tenho outros pra quando eles criarem asas e voarem pra fora do ninho. Tá longe, eu sei. Mas sonhar não custa nada! E eu não quero me sentir inútil quando eu terminar de criar meus filhos! Antes que eles existissem eu tinha uma vida ativa, cheia de hobbies e atividades. Algumas eu parei por um tempo, outras eu parei totalmente. Mas de muitas eu continuo gostando um bocado. Então porque não sonhar em voltar a fazê-las quando eles não precisarem tanto de mim?

Sei que se conselho fosse bom, existiria uma pizza com esse sabor. Mesmo assim, vou dar o meu aqui: tire todos os rótulos da sua vida. Gorda, magra, alta, magra, velha, nova... Essas coisas só te definem se você deixar que te definam. Deixe todas essas coisas de lado e procure um objetivo pra sua vida, um objetivo maior, que preencha sua vida. E junte a isso atividades e hobbies que lhe dêem prazer de viver. Porque a única certeza que todos nós temos é a de que vamos morrer um dia. E pra morrer, basta estar vivo. Não é preciso ser velho. Não são só os gordos que morrem. Qualquer um pode morrer, amanhã mesmo. E sabe o que vai acontecer com todos esses rótulos? Vão apodrecer embaixo da terra, junto com essa embalagem, com esse invólucro que fica ao redor do que realmente somos. O que vai ficar de você aqui na Terra é a pessoa que você foi, as coisas que você fez, o que ensinou para os seus filhos. Essas coisas terra nenhuma vai cobrir, não vai apodrecer. Então, voltando ao tema do post, ser velho ou novo é uma coisa que só depende de você, é sua escolha de como vai encarar a vida.

O que vocês acham? Também têm outras dicas e conselhos sobre o assunto? Comentem aí e vamos gerar um debate bem legal!!